Clevane Pessoa de Araújo Lopes- Brasil
Lembrando Neruda
Arranham-me a alma tuas patas de gato molhado em névoa de mar... Mas há versos teus que são secos cactos de deserto imenso... E que dizer dos que se engravidaram de chuvas e molharam minha terra ávida de tua imensurável grandeza? Quando falaste de amor, com teu sorriso indefinível e teus olhos de lagarto, pensei-te em asas de fogo saboreando mel... E foi assim, Neruda, que por ti apaixonada, quedei-me a espiralar-me por certo tentando(AINDA) alcançar-te...
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Por lobogabriel - 1 de Febrero, 2009, 13:18, Categoría: poesia
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